DICIONÁRIO
DO CARRO
v
A
v
AÇO – Grupo
de metais constituído de ferro misturado a pequenas quantidades de carbono (de
0,03% a 1,9%) ou, mais raramente, outros elementos de liga, como cromo, vanádio,
silício, níquel etc.
v
ADERÊNCIA -
Atrito que se desenvolve entre as rodas motrizes de um veículo e a superfície de
rolamento, e que assegura o deslocamento do veículo por se opor à patinagem das
rodas.
v
ADMISSÃO – Uma
das quatro fases do ciclo de funcionamento de um motor.
v
AERODINÂMICA – O
estudo da aerodinâmica da carroceria é fundamental devido à grande influência
que ela exerce no consumo, no nível de ruído e no comportamento do veículo em
alta velocidade.
v
AEROFÓLIO –
Apêndice aerodinâmico instalado separadamente do lado externo da carroceria. Nos
carros de passeio/esporte, é um acessório instalado acima do vidro
traseiro.
v
AFOGADOR –
Dispositivo usado nos carburadores para enriquecer a mistura ar-gasolina na fase
da partida, com o motor frio.
v
AIRBAG – É um
dispositivo de segurança para uma intervenção instantânea em caso de uma colisão
frontal. É constituído de uma bolsa que se infla instantaneamente e está
localizado, para o motorista, no centro do volante e para os passageiros, no
painel (acima do porta-luvas) e na lateral dos bancos dianteiros
(sidebag).
v
ALERTA
SONORO DE VELOCIDADE - Com
um simples toque na
alavanca do limpador do pára-brisa permite que se memorize a velocidade
instantânea. E toda vez que o limite estipulado for ultrapassado, um alerta
sonoro auxilia o motorista.
v
ALETAS – Nos
motores refrigerados a ar, usam-se aletas para aumentar a superfície dos
cilindros, onde são encravadas por fusão. Dessa forma obtem-se uma área
maior de refrigeração.
v
ALÍVIO
DE PRESSÃO INTERNA - Ao abrir uma das portas
dianteiras, o vidro automaticamente desce alguns centímetros e, ao fechar a
porta, o vidro sobe. Esse mecanismo diminui a pressão interna do veículo e torna
o fechamento das portas mais suave.
v
ALTERNADOR –
Componente elétrico que transforma energia mecânica em energia
elétrica.
v
ALUMÍNIO – Metal
de baixo peso caracterizado por elevada condutividade térmica e características
mecânicas muito diferentes das do aço.
v
AMORTECEDOR – Peça
que se adapta ao sistema de suspensão para amortecer as oscilações das
molas.
v
ANALÓGICO
– Os
indicadores analógicos são dotados de um ponteiro ou de uma escala graduada e
fornecem informações com valores contínuos.
v
ANTEPARO
MOTOR CÂMBIO - Protege
o motor e o câmbio de obstáculos, como pedras.
v
APOIO DE
CABEÇA –
Equipamento de segurança para evitar lesões no pescoço, agindo principalmente em
colisões frontais e traseiras.
v
AQUAPLANAGEM - É a
“flutuação”, ou derrapagem, do pneu sobre uma camada de
água.
v
AR
CONDICIONADO –
Sistema de climatização interna do veículo, com ar refrigerante, que propicia
melhor conforto aos passageiros.
v
ASR –
(sigla) Sistema
que evita a derrapagem das rodas motrizes na fase de aceleração, graças a uma
série de sensores e uma central eletrônica.
v
ATRITO – É a
força que se opõe ao movimento de um corpo, transformando parte da energia
mecânica em calor ou energia térmica.
v
AUTOBLOCANTE – O
diferencial concebido para evitar que, no caso da perda de uma das rodas
motrizes, esta gire em falso enquanto a outra transmite ao solo uma força motriz
quase nula.
v
BALANCIM –
Componente mecânico, com um ou dois braços, que oscila sobre um eixo.
Em alguns
motores são usados para comandar as válvulas.
v
BANCO
TRASEIRO BIPARTIDO - Dobrando-se apenas parte do banco
traseiro, possibilita a colocação de objetos maiores no porta-
malas.
v
BANCO
TRASEIRO REBATÍVEL – O
encosto do banco é dobrado para que o espaço do porta-mala seja
ampliado.
v
BANCOS
ANTIDESLIZANTES –
Envolvem o corpo do ocupante para evitar deslizamento por baixo do cinto em caso
de colisões frontais.
v
BAR – De
acordo com o Sistema Métrico Internacional (SI), empregado durante muitos anos
nas principais nações industrializadas do mundo, a unidade de medida da pressão
é o Pascal (Pa). Como os números em questão atualmente costumam ter valores
muito maiores, usa-se o bar, equivalente a 100.000 Pa.
v
BARICENTRO
– É o
ponto no qual pode-se considerar concentrada a massa de um
objeto.
v
BARRA
ANTI-ROLAGEM –
Componente da suspensão independente de muitos veículos de alta performance. Tem
a função de contrabalançar a inclinação transversal do carro numa curva
(rolagem).
v
BARRA DE
TORÇÃO – É um
tipo de mola usada nas suspensões. Trata-se de uma barra, geralmente de seção
circular; com uma extremidade fixada ao chassi e a outra presa ao estriado do
braço da roda – resultando, conseqüentemente, em torção.
v
BARRAS
DE PROTEÇÃO LATERAL –
Barras de aço fixadas no interior das portas que têm a função de absorver o
impacto na ocorrência de colisões laterais.
v
BATER
PINO – O
termo indica um ruído metálico irregular que ocorre no momento da
detonação.
v
BATERIA – É um
reservatório de energia elétrica, capaz de fornecer e reter corrente contínua,
graças a uma série de reações químicas em seu interior.
v
BICO
INJETOR –
Dispositivo usado para injetar o combustível no duto de admissão, na câmara
auxiliar ou ainda diretamente na câmara de combustão.
v
BIELA – Peça
do motor que une o pistão ao virabrequim, que permite a transformação do
movimento retilíneo alternado do pistão em movimento de rotação do eixo.
v
BITOLA – É a
distância entre as extremidades de um mesmo eixo, no ponto de contato com o
solo.
v
BLOCO –
Componente que abriga em seu interior o virabrequim, bielas e
pistões.
v
BOBINA
– É o
componente de ignição que origina a corrente de alta
tensão.
v
BOMBA
D’ÁGUA –
Normalmente é do tipo centrífuga e serve para ativar a circulação do líquido no
circuito de resfriamento.
v
BOMBA DE
COMBUSTÍVEL – Em
geral é acionada mecanicamente por meio de um excêntrico localizado no comando
de válvulas, mas em muitos veículos modernos é elétrica e quase sempre colocada
dentro do próprio tanque.
v
BOMBA DE
FREIO –
Também chamada de cilindro mestre, é um dispositivo gerador de pressão
hidráulica em um circuito de freios, mediante acionamento do pedal.
v
BOMBA DE
ÓLEO –
Retira o lubrificante do cárter e o envia sob pressão ao circuito de
lubrificação do motor.
v
BORBOLETA – O
termo deveria ser definido como “válvula borboleta”. Esta, com sua rotação,
regula o fluxo permitindo ou impedindo sua passagem nas posições
limites.
v
BOX
SUBWOOFER – Amplifica o som
internamente (100 Watts de potência) e acentua as respostas de graves,
melhorando a qualidade sonora.
v
BRAÇOS
OSCILANTES -
Componente mecânico que tem uma extremidade unida ao chassi e outra fixada à
manga de eixo, utilizado nas suspensões independentes.
v
BRONZE
– Liga
metálica à base de estanho e cobre, acrescidas de pequenas quantidades de outros
elementos de liga.
v
BRONZINA –
Conhecida como “casquilho”, sua função é essencialmente proteger e prolongar a
vida dos elementos móveis de maior responsabilidade e custo, como o virabrequim
e o seu alojamento.
v
BUCHA
–
Componente mecânico de forma cilíndrica, normalmente inserido no pé da biela
como reforço quando se usam eixos flutuantes.
v
BY-PASS –
Sistema ou peça que permite contornar componentes ou circuitos inteiros,
evitando que uma substância – água, óleo, gases de exaustão, ar – passe por
eles.
v
CABEÇOTE –
Componente, normalmente de alumínio, que fecha a parte superior do cilindro e no
qual, nos motores de quatro tempos, estão alojados as válvulas, os balancins, os
coletores de admissão e de descarga, as câmaras de combustão e a malha de dutos
que refrigera o motor, além de um ou dois eixos comando de
válvulas.
v
CAIXA DA
DIREÇÃO –
Dispositivo que transforma o movimento de rotação do eixo de direção em
movimento retilíneo de uma haste dentada, cuja extremidade está ligada ao
tirante que gera o movimento das rodas.
v
CÂMARA
DE COMBUSTÃO – É o
vão à disposição dos gases presentes no cilindro no momento em que o pistão se
encontra no Ponto Morto Superior (PMS).
v
CÂMBER – Termo
em inglês que indica o ângulo de inclinação, ou seja, o ângulo compreendido
entre a linha vertical e o plano mediano da roda. A medida é feita observando-se
o veículo pela frente e com as rodas sem esterçar.
v
CÂMBIO –
Componente utilizado para multiplicar o torque gerado pelo motor e adequar sua
velocidade de rotação às rodas a fim de obter potências mais elevadas, também em
baixas velocidades.
v
CÂMBIO
AUTOMÁTICO – O
engate das marchas é obtido por meio de fricções multidisco comandadas
hidraulicamente e que, de acordo com a necessidade, agem sobre os vários
elementos de cada grupo epicicloidal.Nas construções mais modernas, os câmbios
automáticos são comandados por uma central eletrônica de
controle.
v
CAMISA – É a
parte interna dos cilindros.
v
CÂNISTER –
Recipiente que contém carvão vegetal ativo com a função de absorver os
hidrocarbonetos emitidos, em algumas situações, pela cuba do carburador e pelo
respiradouro do reservatório de combustível, evitando assim que cheguem à
atmosfera.
v
CARBURADOR –
Dispositivo que alimenta o motor com a mistura ar-gasolina na dosagem
correta.
v
CARROCERIA
COM ÁREAS DE DEFORMAÇÃO PROGRESSIVA – As
atuais carrocerias são projetadas de modo a se deformar em caso de colisão,
absorvendo a energia cinética dos veículos. Com isso, mantém-se íntegro o máximo
possível o interior do automóvel e os passageiros sentem o mínimo possível as
conseqüências do impacto.
v
CÁRTER – Nos
motores de quatro tempos, o cárter funciona como uma bandeja onde fica alojado o
óleo de lubrificação, enquanto nos motores de dois tempos fala-se em cárter para
indicar a câmara de manivelas e a parte inferior do
cilindro.
v
CÁSTER –
Também chamado incidência, é o ângulo que a linha vertical ao solo forma com a
manga do eixo quando se observa o veículo pela lateral.
v
CATALIZADOR
– substância
que acelera significativamente uma reação química sem tomar parte dela.
No campo
automobilístico são utilizados no conversor catalítico.
v
CÉLULA
DE SOBREVIVÊNCIA – Parte
da carroceria é extremamente reforçada, incluindo as barras de proteção lateral
e do teto, garante a integridade do habitáculo, protegendo os ocupantes em
colisões e capotamentos.
v
CENTRALINA – É a
central eletrônica que controla um ou mais sistemas ou dispositivos como
ignição, alimentação, suspensão etc.
v
CHECK
CONTROL –
Sistema de controle eletrônico, normalmente munido de um visor, que informa o
motorista, antes da partida, sobre o funcionamento dos equipamentos e
dispositivos mais importantes do veículo no que se refere à
segurança.
v
CILINDRADA
– É o
volume gerado por cada pistão em seu movimento de um ponto morto a outro,
multiplicado pelo número de cilindros do motor.
v
CILINDRO – É o
componente no interior do qual corre o pistão, que, com o seu movimento
retilíneo alternado resulta nas várias fases do ciclo de funcionamento do
motor.
v
COLUNA
DE DIREÇÃO – Liga
o volante à caixa de direção do veículo.
v
COLUNA
DE DIREÇÃO ARTICULADA – Evita
que o volante seja projetado em direção ao motorista em caso de colisão
frontal.
v
COLUNA
DE DIREÇÃO RETRÁTIL –
Trabalha em conjunto com a coluna articulada, ajudando a evitar que o volante
seja projetado contra o motorista.
v
COMANDO
VARIÁVEL –
Trata-se da distribuição variável, que permite modificar o diagrama de
distribuição, ou seja, a antecipação da abertura e o atraso do fechamento das
válvulas durante o funcionamento do motor, graças a dispositivos chamados
variadores de fase.
v
COMBUSTÃO – Do
ponto de vista químico, trata-se de um rápido processo de oxidação que acontece
com considerável liberação de energia térmica.
v
COMPRESSÃO – É a
fase de funcionamento do motor durante a qual a mistura ar-gasolina (nos motores
a diesel, somente ar) aspirada no cilindro é elevada pressão e temperatura para
depois ser acesa pela faísca gerada pelos eletrodos da vela.
v
COMPRESSOR –
Dispositivo que fornece ar, ou mistura carburada, ao motor a uma pressão
superior à atmosférica.
v
COMPUTADOR
DE BORDO – É um
instrumento que fornece informações sobre o percurso percorrido, velocidade
média, consumo médio e instantâneo.
v
CONSUMO
ESPECÍFICO –
Revela quanto combustível é utilizado pelo motor para cada kilowatt, ou cavalo,
de potência produzida em uma unidade de tempo.
v
CONVERGÊNCIA – É o
ângulo formado entre o eixo longitudinal do veículo e a linha mediana das
rodas.
v
CONVERSOR
CATALÍCO– O
conversor catalítico permite a eliminação dos principais gases poluentes
produzidos pelo motor. É de um revestimento em aço inoxidável, com o corpo em
cerâmica, tipo colméia onde estão os metais nobres, responsáveis pela ação
catalisante.
v
CORPO DE
BORBOLETA –
Elemento no qual está alojada a válvula que regula a respiração nos motores a
gasolina alimentados por injeção eletrônica.
v
CORREIA
DENTADA –
Componente da transmissão que permite enviar o movimento do virabrequim a um ou
mais eixos de condução paralelos, sem nenhum deslizamento.
v
CRASH-TESTS –
Testes de colisão iniciado pela NASA.
v
CROSS-FLOW – Termo
utilizado para indicar os cabeçotes nos quais os condutores de admissão são
colocados do lado oposto àquele em que se encontram os condutores de
escape.
v
CUBO DE
RODA – É a
parte central da roda ou de um componente que gira, na qual costumam ficar os
rolamentos e os elementos de fixação.
v
CURSO – É a
distância que separa os pontos mortos superior e inferior, ou seja, o espaço
percorrido pelo pistão para se descolar entre os pontos extremos do seu
movimento, nos quais pausa momentaneamente para inverter sua
direção.
v
CUT
OFF – É a
interrupção do fluxo do combustível para os injetores ou para o carburador que, em muitos
veículos, ocorre na fase de repouso.
v
CX – Sigla
que indica o coeficiente de penetração aerodinâmica.
v
DIÂMETRO
DO CILINDRO – É a
medida do diâmetro interno dos cilindros do motor, expressa sempre em
milímetros.
v
DIFERENCIAL –
Dispositivo capaz de permitir que duas rodas se movimentem com velocidades
diferentes. É formado por uma carcaça de engrenagens, à qual estão ligados os
eixos, geralmente dois, sobre os quais se instala uma dupla de satélites
“loucos” ligados a duas engrenagens cônicas, chamadas planetárias, acopladas aos
semi-eixos que enviam o movimento às rodas.
v
DIGITAL – Um
indicador digital é dotado de um mostrador no qual os valores numéricos aparecem
de maneira descontínua. São digitais os instrumentos que fornecem informações
por meio de números ou letras luminosas compostas por elementos de cristal
líquido ou LEDs.
v
DIREÇÃO
HIDRÁULICA – O
sistema de direção hidráulica é assim denominado, pelo fato de utilizar um
fluido sob pressão (fluido hidráulico), cuja função é minimizar o esforço de
manobra.
v
DIREÇÃO
HIDRÁULICA - O sistema de direção
hidráulica é assim denominado pelo fato de utilizar um fluido sob pressão
(fluido hidráulico), cuja função é minimizar o esforço de manobra. Normalmente
existe um cilindro hidráulico incorporado ao alojamento tubular da caixa de
direção e cremalheira. Uma bomba ligada ao motor faz o fluido hidráulico
circular sob pressão.
v
DISTRIBUIDOR – Em
geral, o termo indica o dispositivo responsável pelo envio da corrente de alta
tensão proveniente da bobina, a cada uma das velas do
motor.
v
DRIVE BY
WIRE - O
Drive By Wire é um
sistema eletrônico de controle da aceleração, que elimina o cabo do acelerador e
evita o desconforto dos trancos causados em retomadas ou desacelerações muito
rápidas.
v
DUPLA
IGNIÇÃO –
Alguns motores possuem duas velas para cada cilindro. Em geral, são colocadas no
lado oposto da câmara de combustão. Em inglês, o termo é twin spark e identifica alguns motores
Alfa Romeo que utilizam esse recurso.
v
DUPLO
COMANDO DE VÁLVULAS – O
termo indica as distribuições com dois eixos comandos de válvulas no cabeçote
(se o motor tem dois bancos de cilindros, obviamente haverá dois comandos no
cabeçote).
v
EFEITO-SOLO – Força
aerodinâmica dirigida para baixo que pode alcançar valores consideráveis em
altas velocidades. Pode ser obtida em maior ou menor intensidade por meio de
apêndices aerodinâmicos, como aerofólios.
v
EIXO
CARDAN DE TRANSMISSÃO – Tem a
função de ligar a saída do câmbio à caixa do diferencial nos veículos com tração
traseira e motor dianteiro.
v
EIXO
CONTRA-ROTANTE – O
motor 5 cilindros da Fiat é dotado
de um eixo auxiliar de equilíbrio.
Rodando no sentido contrário ao eixo do motor e na mesma velocidade, reduz o
nível de ruído do motor e propicia menor vibração.
v
EIXO DE
COMANDO DE VÁLVULAS – O
componente controla o movimento das válvulas. Nos motores de quatro tempos o
movimento das válvulas é controlado por uma série de excêntricos do comando de
válvulas.
v
EIXO
TRASEIRO TIPO ÔMEGA – É um
eixo que possui a parte central mais elevada.
v
ELASTÔMERO –
Borracha sintética, dotada de grande elasticidade. Amplamente utilizada na
indústria automobilística, principalmente na fabricação de elementos de
impermeabilização e guarnição.
v
ELETROFORESE
–
Tratamento protetor efetuado por meio da imersão numa solução galvânica que é
aplicada à laminas de aço.
v
ELX
– Sigla
que designa a versão mais elegante de um modelo, por possuir mais itens de
série.
v
EMBREAGEM –
Dispositivo que liga o motor ao câmbio e permite ao motorista obter uma
transmissão progressiva de torque de um para o outro.
v
EMBREAGEM
HIDRÁULICA - A embreagem hidráulica
elimina as vibrações e ruídos, melhorando a suavidade no acionamento e tornando
os engates das marchas ainda mais macios e
precisos.
v
ESCAPE – Fase
do ciclo de funcionamento que vem depois da expansão e na qual os gases
combustíveis são expulsos do cilindro.
v
ESCÁRICO –
Indica o grau de abertura da válvula borboleta.
v
ESCOVA –
Permite a passagem da corrente elétrica entre um componente fixo e outro
móvel.
v
EX
– Nesta
sigla o “E” significa Economic (Econômico) e o “X” se refere aos itens
específicos de conforto.
v
EXPANSÃO – É a
fase do funcionamento do motor que vem depois da combustão. O pistão desce do
PMS ao PMI e parte da pressão exercida sobre ele pelos gases em alta temperatura
é transmitida ao vibraquim.
v
FARÓIS
BI-PARÁBOLA – Os
faróis baixos continuam acesos quando os faróis altos são
acendidos.
v
FEIXE DE
MOLAS – Tipo
de elemento elástico muito usado no passado por sua simplicidade, custo e
tamanho reduzido.
v
FIAT
CODE –
Trata-se de um dispositivo eletrônico que bloqueia a central eletrônica e,
conseqüentemente, o motor.
v
FILTRO
DE AR – É
utilizado em todos os veículos, menos nos de corrida, para evitar que partículas
estranhas, muitas delas abrasivas, entrem nos cilindros junto com o
ar.
v
FILTRO
DE COMBUSTÍVEL – São
formados por um elemento cilíndrico, normalmente colocado no coletor, através do
qual o combustível entra no carburador.
v
FILTRO
DE ÓLEO – Tem a
função de reter as impurezas, para que o lubrificante que circula no interior do
motor chegue aos vários componentes absolutamente livre de partículas estranhas
que, por menores que sejam, podem causar danos às superfícies de trabalho dos
componentes e provocar um rápido desgaste.
v
FOLLOW
ME HOME - O Follow Me Home permite
que se mantenham acesos os faróis baixos, mesmo depois de o veículo desligado e
sem a chave na ignição. Esta função pode ser programada de 30
segundos até 5 minutos
v
FORA DE
ROTAÇÃO –
Quando o motor alcança um regime de rotação superior ao da potência máxima
diz-se que está fora de rotação.
v
FREIO A
DISCO – É
formado por uma pinça, no interior da qual estão localizadas duas pastilhas
recobertas por um material de atrito.
v
FREIO A
TAMBOR – É
constituído de um componente (o tambor) que gira junto com a roda e tem uma
banda anular interna contra a qual, em uma frenagem, são pressionadas duas
sapatas recobertas por material de atrito.
.
v
FREIOS
ABS + EBD - Freios ABS+ EBD (Antilock Brake System +
Eletronic Brake Distribution). O ABS evita que os freios se travem em uma
frenagem de emergência e o EBD distribui a frenagem em cada roda, garantindo o
controle do veículo.
v
FUNÇÃO
ANTIESMAGAMENTO - Permite a paralisação do
fechamento dos vidros dianteiros e traseiros, caso exista algum obstáculo,
evitando acidentes.
v
FUSÍVEL
–
Elemento usado para proteger um circuito elétrico.
v
GEOMETRIA
VARIÁVEL – Para
obter um desenvolvimento favorável da curva de torque e potência nos regimes
médios e baixos, mesmo na presença de potências específicas elevadas, alguns
motores têm sistemas de admissão com geometria variável.
v
GUARNIÇÃO –
Conhecido também como “junta”, é um elemento rígido que se interpõe entre as
superfícies planas de dois componentes unidos por meio de
parafusos.
v
HGT
–
Utilizada nos veículos esportivos, significa High Grand Tourism. O conceito é de
conforto, desempenho e esportividade.
v
HLX
–
Significa High Luxury (Alto Luxo) e caracteriza uma versão com conteúdos extras
de conforto e segurança.
v
HODÔMETRO
-
Marcador de quilomentragem.
v
INIBIDOR
DO AIRBAG - Quando não há passageiro no banco dianteiro,
o airbag daquele lugar pode ser desativado. Esse dispositivo é importante, pois
evita que o airbag seja ativado sem necessidade caso haja uma
colisão.
v
INSONORIZANTE –
Material anti-ruído que reveste o interior do veículo com objetivo de reduzir o
nível de ruído interno.
v
INTERCOOLER – É um
sistema de troca de calor, geralmente do tipo “ar-ar” – existe também o
intercooler do tipo “ar-água”, usado para abaixar a temperatura do ar enviado
aos cilindros nos motores turboalimentados, quando se adotam pressões elevadas
de alimentação.
v
INTERRUPTORES
DE FREIO E EMBREAGEM - No pedal do freio e da
embreagem existem sensores que informam o momento da troca de marchas e de frenagem à
central de injeção e ajusta os
valores , proporcionando melhor
dirigibilidade.
v
JUNTA
CARDAN – É um
dos tipos mais simples de juntas, formada basicamente por uma cruzeta ligada a
uma forquilha conduzida por meio de quatro articulações.
v
JUNTA
HOMOCINÉTICA –
Componente articulado de transmissão que une dois eixos – um condutor e outro
conduzido – cujos eixos de rotação podem formar um ângulo bastante
aberto.
v
LIMITADOR
DE FREIO TRASEIRO – Para
evitar que nas frenagens de emergência as rodas traseiras, que nessas condições
são as mais solicitadas, tendam a travar, empregam-se dispositivos de
funcionamento mecânico ou controle eletrônico que modulam a pressão no circuito
hidráulico para que a pressão exercida sobre os freios traseiros seja menor do
que a aplicada sobre os dianteiros.
v
LUBRIFICAÇÃO
–
Consiste essencialmente em separar as superfícies de dois componentes em
movimento relativo, por meio de uma camada fina de óleo ou graxa, minimizando o
atrito e, portanto, o desgaste.
v
LX
– A
sigla está presente no Fiat Strada cabine estendida e refere-se à versão mais
luxuosa da gama.
v
MACPHERSON – São
as suspensões com rodas independentes, muito utilizadas devido a sua
simplicidade e racionalidade.
v
MANÇAL
DO BLOCO – É o
vão do bloco no qual está alojado o virabrequim.
v
MANÔMETRO –
Instrumento que mede pressão. Normalmente é formado por um sensor e um elemento
receptor com mostrador de leitura analógica, raramente digital, para medir a
pressão.
v
MISTURA
AR-COMBUSTÍVEL – Termo
técnico com o qual se indicam os títulos de combustível e ar enviados ao
cilindro.
v
MONOBLOCO –
Carroceria do veículo. Formada por um “único bloco” em que os componentes das
partes mecânicas (grupo, moto-propulsor, suspensões etc.) são agregados
diretamente na carroceria.
v
MONTANTE
–
Elemento vertical (coluna) com a função de servir de
apoio.
v
MOTOR
2.4 20V – 2.4
indica a soma do volume dos cilindros do motor neste caso
v
MULTIPOINT –
Sistema de injeção no qual existe um injetor para cada
cilindro.
v
OCTANAGEM –
Indica o poder antidetonante de um combustível para os motores a ciclo Otto.
Quanto mais alta a octanagem, maior o poder antidetonante e a taxa de compressão
que pode ser adotada sem que haja detonação.
v
ONE-TOUCH -
O sistema one
touch, que permite abrir ou fechar o vidro do motorista com apenas um
toque.
v
PINÇA DE
FREIO –
Componente no qual estão alojados pequenos pistões e pastilhas e que, uma vez
acionado o circuito hidráulico de comando, permite frear a rotação do
disco.
v
PISTÃO –
Componente móvel, instalado no interior do cilindro e ligado por um pino à
biela.
v
PONTO
MORTO – O
termo indica as duas extremidades alcançadas pelo pistão em seu movimento
retilíneo e alternado no interior do cilindro.
v
PRÉ-TENSIONADOR
DOS CINTOS –
Dispositivo que aumenta a eficácia dos cintos de segurança, eliminando a folga
existente entre o cinto e o corpo do motorista ou passageiro quando acontece um
acidente.
v
PREVENÇÃO
DE INCÊNDIO (FPS) - O FPS( Fire Prevention System) é um sistema
composto de itens como interruptor inercial , que corta o fornecimento de
combustível em caso de colisão), válvula anti-refluxo de combustível, que
dificulta o escoamento de gasolina do tanque de combustível em caso de
capotamento e materiais internos com baixa velocidade de propagação de chamas.
v
RADIADOR –
Componente que realiza uma troca de calor ar-água ou
ar-óleo.
v
RADIAL – É um
tipo de pneu no qual a carcaça é formada por uma ou mais telas dispostas de
forma radial.
v
RELAÇÃO
DE TRANSMISSÃO –
Indica a redução da velocidade de rotação à qual corresponde um aumento
proporcional de torque ao se enviar o movimento da embreagem às rodas
motrizes.
v
RELÉ –
Interruptor que, sob a ação de uma força e intervalos previstos, interrompe o
fluxo de corrente no circuito primário dos sistemas tradicionais, eletrônicos e
de ignição.
v
RESPIRO
DO MOTOR – O
termo indica o movimento gasoso que acontece entre os anéis de segmento e o
cilindro.
v
RETENTOR
– É um
elemento de suporte que impede a passagem do lubrificante, de outros líquidos ou
de gás entre um eixo que roda e o furo do suporte no qual ele
passa.
v
RETROVISOR
ELETROCRÔMICO - Evita o reflexo do farol
nos olhos do motorista.
v
RODA
LIVRE –
Permite transmitir movimento a um eixo em um só sentido de rotação ou de um eixo
para um componente (engrenagens, rodas) em um único
sentido.
v
ROLAMENTO – Peça
interposta entre um componente móvel e outro fixo.
v
SANGRIA – É o
processo para eliminar o ar, quando presente, nos circuitos hidráulicos
(direção, freio, arrefecimento etc.).
v
SEGURANÇA
–
Dispositivos montados no veículo que contribuem para evitar acidentes como:
direção hidráulica e ABS.
v
SEGURANÇA
PASSIVA – São
características estruturais do produto, que contribuem para máxima proteção dos
passageiros em caso de acidente como: carroceria reforçada barras de proteção
laterais.
v
SEGURANÇA
PREVENTIVA – É
composta de soluções técnicas que visam facilitar a condução, criando um
ambiente confortável e favorecendo a atenção ao tráfego.
v
SEMI-EIXO – É o
elemento que liga qualquer uma das rodas motrizes à engrenagem cônica ou
cilíndrica de redução final.
v
SENSOR – Termo
genérico que indica os elementos capazes de fornecer informações, como simples impulsos
elétricos, a instrumentos de medida, centrais eletrônicas
etc.
v
SENSOR
DE DESACELERAÇÃO –
Equipamento eletrônico que é sensível a uma forte desaceleração resultante de
impacto e ativa o sistema de airbags.
v
SENSOR
DE DETONAÇÃO –
Sensor fixado no bloco, capaz de detectar o momento em que a combustão se torna
rude devido à detonação incipiente.
v
SENSOR
DE VAZÃO –
Dispositivo utilizado em muitos sistemas de injeção para medir o volume de ar
aspirado pelo motor e fornecer essa informação à central de controle da
injeção.
v
SERVOFREIO –
dispositivo que age sobre o cilindro mestre do sistema de freio quando se aciona
o pedal, multiplicando a força exercida pelo motorista.
v
SINCRONIZADOR
–
Componente que facilita o engate das marchas, mesmo quando existe uma diferença
grande entre a velocidade de rotação do eixo e da
engrenagem.
v
SINGLE-POINT –
Sistema de injeção no qual o combustível é lançado no injetor fixado a uma
borboleta colocada no ponto onde se situaria o carburador.
v
SISTEMA ANTI-SUBMARINING -
O sistema anti-submarining dos bancos dificulta
que motorista e passageiros deslizem por debaixo do cinto de segurança em caso
de colisão.
v
SISTEMA
FPS –
Sistema de prevenção contra incêndio ( Fire Prevention System), constituído por:
interruptor inercial de combustível, duplo bloqueio sobre a bomba de combustível
(envio e retorno) e válvula unidirecional de combustível.
v
SPOILER –
Apêndice aerodinâmico completamente integrado à carroceria do veículo, sem
separação, como ocorre com os aerofólios.
v
SUSPENSÃO
INDEPENDENTE –
Utilizada no mundo todo, permite a completa liberdade da roda de um lado em
relação à do lado oposto no que se refere aos movimentos verticais. Cada roda
está presa à extremidade de um braço oscilante que trabalha junto com um
montante vertical.
v
SX – O “S”
refere-se à primeira versão de uma gama de modelos. A letra “X” significa que
possui itens específicos de conforto que podem ser opcionais ou de série. O
significado é o mesmo para todos os modelos Fiat em que esta letra
aparece.
v
TAXA DE
COMPRESSÃO –
Indica a relação entre o volume à disposição dos gases quando, no interior do
cilindro, o pistão está no ponto morto inferior e o volume que os gases podem
ocupar quando o pistão está no ponto morto superior.
v
TENSIONADOR
DE CORREIA - É um
rolamento, roldana ou roda dentada que guia ou tensiona uma correia ou
corrente.
v
TERMOSTATO
–
Trata-se de um dispositivo de funcionamento automático, que, acima de uma certa
temperatura, determina a abertura progressiva de uma válvula, permitindo a um
fluido efetuar um trajeto diferente do percorrido em temperaturas mais
baixas.
v
TESTE DE
CAPOTAMENTO – Testa
a resistência da estrutura e a possibilidade de socorro, entre outros
itens.
v
TORQUE
– Indica
um esforço de torção e é o produto entre uma força e um braço de alavanca – a
distância entre o ponto de aplicação da força e o eixo de rotação do
corpo.
v
TRAÇÃO
INTEGRAL – São
todos os veículos com tração nas quatro rodas motrizes.
v
TUCHO
HIDRÁULICO – Tipo
de tucho com um dispositivo telescópio hidráulico incorporado, que é alimentado
com óleo pressurizado do circuito de lubrificação do
motor.
v
TURBO – O
turboalimentador é um componente que torna o motor mais potente, sem aumentar
seu tamanho e peso. Fornece maior quantidade de ar ao motor, fazendo com que o
combustível seja queimado de maneira mais eficiente, com melhor aproveitamento e
conseqüentemente aumento de potência.
v
V.E.N.I.C.E. – O
sistema VE.N.I.C.E. (Rede veicular com eletrônica de controle integral) é uma
rede CAN (Arquitetura de rede de computadores) que controla três centrais
eletrônicas: body computer, controle motor e quadro de instrumentos. As centrais
trabalham interligadas, trocando informações entre si. Isto significa redução de
chicotes elétricos, terminais e conexões, aumentando a confiabilidade e
reduzindo o peso.
v
VARIADOR
DE FASE – Nos
motores com distribuição variável, o dispositivo modifica o posicionamento
angular de uma árvore de cames em relação à roda dentada do comando ou outra
árvore de cames, alterando a curva de distribuição.
v
VELA –
Componente responsável pela ignição da mistura ar-gasolina no interior do
cilindro, fixado ao cabeçote.
v
VENTOINHA –
Ventilador que ativa um fluxo de ar que atravessa o radiador, gerando assim uma
vigorosa troca térmica com o líquido contido nele.
v
VIRABREQUIM
– Também
chamado de árvore de manivelas. Componente mecânico rotatório dotado de uma
série de manivelas por meio das quais o movimento das bielas é transmitido ao
volante do motor.
v
VISCOSIDADE
–
Resistência de um fluido ao escoamento, ou seja, o seu próprio atrito
interno.
v
VISIBILIDADE –
Acesso aos comandos, são itens associados ao conforto do veículo, porém têm uma
função importante: segurança. Os componentes projetados para a segurança para
preventiva do automóvel possibilitam ao motorista maior atenção ao
trânsito.
v
VOLANTE
EAS -
Possui um sistema
de absorção de energia (Sistema EAS - Energy Absorving System) e estrutura
interna de alumínio, reduzindo os riscos de
lesão.